Alguém...
Estive tanto tempo sem cá vir... Tinha saudades. A nostalgia fez com que relesse tudo. Vejo que amadureci, principalmente na maneira de lidar com os homens, que me perseguem, atormentam e me tornam uma pessoa, que por vezes, tenho raiva de ser. Invoquei o amor como se nada fosse... Uso a pessoa que me ama, que me quer e faço-lhe promessas que não sei se quero cumprir mais. O mais estranho é que sei que o amo, independentemente de todas as loucuras que cometo. Pior ainda, é pensar que não nasci pra um só, porque o meu corpo, quer sempre mais... O desejo é mais forte que a razão... Sou dominada a toda a hora. Eu nasci pró mundo, não haverá nada que me pare... Nem o sentimento mais profundo, o amor mais puro, o carinho mais terno. O prazer cala toda a vontade de uma vida a dois, que um dia, será impossível. Nasci para ser livre, como uma borboleta. Não sou de ninguém... E nunca ninguém me vai ter por completo. A minha vida é demasiado triste sem adrenalina. Preciso de loucura, insanidade... Preciso de algo que me faça viver. O prazer, o pecado, o risco... Mas também quero alguém ao meu lado. Alguém que me ame, que me preencha. Alguém que ocupe parte do vazio em mim. Que me abrace... Alguém que me ature como sou, fria... Alguém como tu. E eu amo-te... Mesmo que seja impossivel acreditar. Amo-te à minha maneira... Por mais estranha que seja. Amo-te, mas não chega...


4 Comments:
Bem vinda de novo! se desapareces bato-te!
É tão bom ser do mundo, saciar a vontade que nunca deixa de existir
Acho que esta missiva tem muito encanto!
Toalá um poema dos meus.
Eu sou terra, eu sou mar
Tu és ar
Sou teu pecado, és meu fado
És minha calma
Sem querer faço sofrer
A tua alma
Sinto os dias a passar
E tento sempre anuviar
Esta dor de não estar
Ao pé de ti
Diz-me então se vale a pena
Continuar
Lentamente a definhar
Quando rimo, aproximo
O coração da boca
Ás vezes quase que me sufoca
Porque todo o tempo do mundo
Não chega para ir até ao fim do mundo
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
Depois da noite
Vem o dia
Depois do sol
A chuva fria depois de ti
Vem o vazio
Sentimento sombrio
Amargo fel
Á flor da pele
O que eu quero
Meu irmão
É sair da escuridão
E encontrar a solução
E não viver um drama
Quando é melhor
A calma
E assim quem diria
Se faz a poesia
Mas as palavras não conseguem dizer tudo
Ás vezes fico simplesmente mudo
Á espera da altura certa
Sempre de alerta
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
Recém-perdido nascido
Sem placenta
Eu sou fogo
Tu a lenha que o alimenta
O teu fôlego sabor a menta
Que me enche e atormenta
Não te ver ou tocar
Embrutece os sentidos
Há quanto tempo fecho a
Alma e coração doridos
Tic-tac o tempo passa
Continua parado
Má sorte nascer para viver
Este fado.
Por vezes sinto que luto
Apenas contra moinhos de vento
Come se fosse D. Quixote
Iludido sem alento.
Porque a razão do meu ser
É amar-te…
E saber que só a ti te posso ter
S.O.S.
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BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!
Porque é que amar não chega?!
Eu tenho um poema para ti, mas tens de ir ao
http://lusoprosecontras. buscar o meu ratinho. No entanto deixo-te este:
Virar a chave,
como quem lê uma página,
abrir por dentro,
libertar-se sendo,
como quem se envolve
na personagem,
lento.
Descobrir o além do sonho,
o impensado, o certo,
o mais que imaginado.
O que os olhos buscam cobrir
no sonho.
Ver em ti, a minha cara,
minha cara interpretada:
metade minha, metade clara.
E o meu ratinho também no:
http://lusoprosecontras.blogspot.com
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