Eternamente miúda

"Loucos sao aqueles que me chamam de louca por não terem inteligência suficiente para a minha loucura..."

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Localização: Portugal

Sou uma miúda, talvez sonhadora de mais, e diferente das miúdas da minha idade... Gosto de aproveitar, cada coisa boa que a vida nos dá... Ter experiências e explorar tudo o que me é estranho. Gosto de ser assim. Sou feliz.

terça-feira

"Lesbiquices"???

A "M" começou numa brincadeira de "cachopas". Digamos que num "verdade ou consequência"... Todas eram curiosas ao ponto de experimentar... Mas nenhuma levou tudo tão a sério como eu a "M". Começou com simples beijos, depois já se trocavam línguas, já havia caricías, dentadinhas mais atrevidas e os olhares curiosos das outras que esperavam sempre mais e mais...

Nunca aqui escondi a minha enorme vontade de estar com uma mulher... Aliás, sempre disse que não haveria de morrer estupida. E assim foi...

Numa das vezes em que ficámos sozinhas a cena desenrolou-se... E descobri o ser mais macio em que alguma vez tinha tocado a não ser eu... Um cheiro doce a baunilha.. Um toque mágico, intenso e com paixão.

Os olhos dela cerram-se cada vez que a procuro... Começa a morder o lábio e a gemer baixinho, um tanto envergonhada, mas gosta... Ela é linda... Linda e selvagem, com um toque exótico que nunca antes tinha visto. O corpo dela vibra quando a empurro de frente contra a parede. começo a morder o pescoço enquanto uma das mãos lhe acaricia um, dos grandes seios que possui. A minha mão desliza por dentro das calças e sinto-a quente e molhada... No ínicio achava estranho... Era estranho estar a tocar numa mulher, mas afinal, não é nada que eu não faça também... O que é estranho é o sexo oral... Mas é bom... Ela sabe bem... Mais estranho ainda é saber que se está a desenrolar um sentimento estranho entre nós... Eu não quero que seja AMOR. Nem pode ser... Sinto falta de uma bom sessão de sexo hetero. À noite chego a casa, tomo banho e deito-me ainda fresquinha e começo a fantasiar... É com Homens que o faço... Não me imagino portanto, a rebribuir amor pró resto da minha vida a uma rapariga.



Eu nem sei o que isso é... O meu instinto será sempre meramente carnal?

A "M" faz sobressair em mim, as fantasias mais homosexuais que se possam imaginar. Eu já não sei agir apenas como amiga, como antigamente... Eu olho-a enquanto fala e reparo nos lábios doces que mexem ao som de um conjunto de palavras num tom doce... Eu Já não sei o que fazer... Sinceramente.

domingo

Do contra...

O "A" é um daqueles rapazinhos da cidade, pouco mais velho que eu, com pinta, girito, magro, roupa da moda, mas com classe... E o mais importante, é doce e bruto nas alturas certas. Isso agrada-me... Não passámos de umas quecas no carro... Nunca houve aquela quimica, apenas um desejo fisico... Passamos meses sem nos vermos, agora voltámos a sair, como nunca antes o tinhamos feito e é agradável... Apenas como bons amigos... Porque é que faço sempre tudo ao contrário...? Em primeiro vem o sexo, depois a amizade e no fim, nada mais...

É verdade... desde 7 de agosto que não punha cá os pés. Aconteceu muita coisa ao longo do tempo que passou, mas voltou tudo à estaca zero. Estou sozinha e assim quero ficar... Não nasci para amar, ou mesmo que ame é por prazo indefinido...

O importante é que voltei.. E como já tinha saudades deste meio... Hum...

beijinhos a todos

terça-feira

Ritmos africanos

Numa noite de intensos ritmos africanos, com um aroma de pele escura, de tons acastanhados e uma temperatura exageradamente quente, estavas tu. Depois de várias trocas de olhares, de sorrisinhos atrevidos e talvez alguma exibição convidaste-me para dançar. Mas eu não sei....-disse eu. Foi então que me puxaste para o meio de toda aquela gente estranha. E nós, que no inicio sobressaía-mos por entre aqueles tons, deixámo-nos misturar... Um para a esquerda, dois para a direita... Com as tuas mãos na minha cintura, que por vezes desciam ao rabo. Os sussurros excitavam-me, assim como a tua forma de me conduzir, roçando o teu corpo, cada vez mais no meu... Numa dança ritmada, entoada com sensualidade e prazer... Depois disso nunca mais te vi... Talvez nem te veja mais... Mas aprendi a dançar musica africana com um branco. Irónico...

sábado

1ª e última carta de amor...

Sei que nunca vais ler isto, assim como nunca leste nada do que escrevi até agora neste blog, mas esta, é uma maneira que tenho de expulsar todos os meus fantasmas... É aqui que me liberto...Ganho asas... E é assim que me despeço de ti... Meu amor... Por todos os momentos bons que me deste, por todas as alegrias, por tudo o que ultrapassámos juntos... Por tudo e mais alguma coisa, Adeus... Adeus Fofinho... Adeus homenzinho... Mas esta borboleta, tem que voar... E não acho justo prender-te no meu casulo. Não acho justo fazer-te o que te faço, porque és demasiado bom para mim. E a meu lado, amor, nunca vais ser feliz. Estar sozinha é um preço alto que tenho que pagar... Eu não sei estar sozinha, sem amor... Mas o teu amor é em demasia e sufoca-me. Eu tenho que estar sozinha... Eu tenho que viver. À minha maneira... Por isso te escrevo esta primeira e última carta de amor... Esta que, nunca hás-de ler... Eu amo-te...


Da sempre tua....
Fofinha.

segunda-feira

Amanhã...

Amanhã vou levar aquela saia bem curtinha... E que tal aquela blusa preta, bem decotada, com um laçinho a rematar....? Achas que vais aguentar toda a aula sem me tocar? Vais ficar a cobiçar o meu decote por quanto tempo? Vais passar-me a mão na perna e subir lentamente até me sentires? Quanto tempo te vais controlar? Achas que resistes? Eu acho que não... Porque eu sei, exactamente, como te deixar louco... Como te pôr em brasa... Sei que me queres... E já me provaste. E sei que gostaste... E queres mais... Porque tu, és como eu. És do mundo. E não é uma aliança que te vai parar... Porque é sexo. Tesão. Vontade. Prazer... É isso que eu sinto por ti. E tu por mim... É o que nós queremos... O que os nossos corpos pedem... Cada vez mais...

Aula extra...

Era uma noite fria... Chovia um pouco até. A aula tava marcada prás 21. Eu entrei e levei-nos até à escola. Já tinha fechado... Tava tudo apagado. Entrámos na sala de aula e chamaste-m para ti. Tavas encostado à secretária do professor. Cheguei-me bem perto e começei o jogo... Como era boa, a sensação de estar ali... Num lugar que, a umas horas atrás, estava cheio de alunos teus... Num sitio estranho, mas excitante... Num sitio, onde até já eu passei... E em frente à escola, sentir as pessoas passar, com a luz da lua reflectida no vidro fosco... Sentir que a qualquer momento, podia chegar algum colega teu... Sentei-te a desapertei os botões das calças de ganga que trazias... Tirei-o... E chupei-o devagarinho... Dá-me gozo chupá-lo... Senti-o crescer aos poucos, com a minha língua a tocar-lhe cada vez mais quente... O tempo passou... Nem demos conta... E a minha hora de aula extra foi-se... A hora de loucura! Mas como é bom ter um professor assim...

terça-feira

Alguém...

Estive tanto tempo sem cá vir... Tinha saudades. A nostalgia fez com que relesse tudo. Vejo que amadureci, principalmente na maneira de lidar com os homens, que me perseguem, atormentam e me tornam uma pessoa, que por vezes, tenho raiva de ser. Invoquei o amor como se nada fosse... Uso a pessoa que me ama, que me quer e faço-lhe promessas que não sei se quero cumprir mais. O mais estranho é que sei que o amo, independentemente de todas as loucuras que cometo. Pior ainda, é pensar que não nasci pra um só, porque o meu corpo, quer sempre mais... O desejo é mais forte que a razão... Sou dominada a toda a hora. Eu nasci pró mundo, não haverá nada que me pare... Nem o sentimento mais profundo, o amor mais puro, o carinho mais terno. O prazer cala toda a vontade de uma vida a dois, que um dia, será impossível. Nasci para ser livre, como uma borboleta. Não sou de ninguém... E nunca ninguém me vai ter por completo. A minha vida é demasiado triste sem adrenalina. Preciso de loucura, insanidade... Preciso de algo que me faça viver. O prazer, o pecado, o risco... Mas também quero alguém ao meu lado. Alguém que me ame, que me preencha. Alguém que ocupe parte do vazio em mim. Que me abrace... Alguém que me ature como sou, fria... Alguém como tu. E eu amo-te... Mesmo que seja impossivel acreditar. Amo-te à minha maneira... Por mais estranha que seja. Amo-te, mas não chega...

segunda-feira

Leia bem isto, caro Professor!

Senta-te! Hoje quem manda sou eu... Deixa-me abrir-te as calças, lentamente... Tirar-to desesperadamente... E com a minha língua, tocar-lhe. Deixa-me lambê-lo, chupá-lo! Enquanto isso, gemes baixinho, a respiração acelera, vês tudo... As tuas mãos acariciam o meu cabelo. Pedem por mim. Subo e beijo-te... Um beijo louco, selvagem, regido pela dor do prazer. A tua língua na minha. Cruzando-se... Numa harmonia perfeita. Beijamo-nos assim, estusiasticamente. Mordo-te o pescoço e dói... Mordo mais. Gostas assim? Ao ouvido, sussurro: "Quero tanto..." Tu envolves-me... As tuas mãos percorrem os meus peitos, apertando-os com fúria. Puxas-me pra ti... Tiro as tuas mãos da minha cintura, atando-as, numa macia fita de seda, por trás da cadeira. Estás preso! Vou descendo... Percorro o teu peito quente e entre caricías e dentadinhas, chego a ti... Estás maior e pedes por mim. Eu não cedo... Chupo-te mais uma vez... Tenho-o todo na boca e como é bom senti-lo. A minha saliva funde-se com o fluído do teu deleite... A minha língua percorre-o, tu vibras... Sento-me na secretária à tua frente. Trago uma saia. Subo-a... Abro as pernas e toco-me... Subo a camisola, acaricio-me, enquanto olhas... Estou tão molhada... Levo os dedos à boca e provo o meu néctar, com um olhar provocante. Quero sentir-te já! Sento-me em ti, de costas... Apoio as minhas mãos nos teus joelhos e balanço-me, sem que entres por inteiro. Faço-o por breves instantes... E viro-me de frente. Entras apressadamente... Estás quente e suado. Tás salgado... Desfaço o nó de seda e deixo-te tocar... Apertas-me a cintura, abanando-me furiosamente. Uma das tuas mãos, aperta-me o rabo, enquanto a outra, prende o meu cabelo, puxando-o para trás e deixa-me inclinada, à tua mercê... Beijas-me o peito... Mordes-me... Num ritmo acelerado, enérgico. Levantas-me ao teu colo. Ficamos de pé. Encostas-me contra a parede. Eu gemo... Que bom que é... Paramos e eu viro-me... Entras por trás, balanças com força, invadindo-me desesperadamente... Inclino-me na secretária, apoiando as mãos. Tu encostas-me contra ti, apertas-me a cintura e puxas-me pelo ombro, de costas para o teu peito. Beijas-me o pescoço... E apertas-mo docemente. Não aguento mais... Empurro-te para o chão. Deito-te e sento-me nele... Cavalgo com ira. Estou quente, corada, suada... Mordo o lábio e fecho os olhos... Grito... Estou-me a vir. E como é bom... Também não aguentas mais... E vens-te... Gememos os dois... Num grito de dor e prazer...